folhas que voam
Nossos olhos se tocam sem que me veja,
Sou o céu e o ar.
A seiva em suas veias tem meu nome.
Minhas mãos são o vazio em que pisam seus pés.
As montanhas e morros, Colinas e serras,
Campos selvagens e domesticados serão nossos
Quando em seus olhos cair o véu.
São suas as vestes etéreas,
Tecidas pelos gigantes da vida.
Pelos deuses dos animais
E das plantas também.
Grandes arvores a saúdam,
Acompanham as pequenas
Seu caminho no mar da paz,
Na rota do meu coração,
Seu trono sagrado.
Um olho te espia entre as nuvens,
Como num sonho,
Olha em resposta como o abismo.
Entorpecem os sentidos.
Repousa calma no peito do amado,
Uma folha que flutua.
Sou o céu e o ar.
A seiva em suas veias tem meu nome.
Minhas mãos são o vazio em que pisam seus pés.
As montanhas e morros, Colinas e serras,
Campos selvagens e domesticados serão nossos
Quando em seus olhos cair o véu.
São suas as vestes etéreas,
Tecidas pelos gigantes da vida.
Pelos deuses dos animais
E das plantas também.
Grandes arvores a saúdam,
Acompanham as pequenas
Seu caminho no mar da paz,
Na rota do meu coração,
Seu trono sagrado.
Um olho te espia entre as nuvens,
Como num sonho,
Olha em resposta como o abismo.
Entorpecem os sentidos.
Repousa calma no peito do amado,
Uma folha que flutua.
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